• Lucca Koch

O publi com preguiça e falta de profissionalização no mercado de criação de conteúdo/influenciadores

Estava assistindo o vídeo da jornalista Mônica Salgado (https://lnkd.in/dSKx9rx7) sobre o publi sem preguiça. Que obviamente rolam diversos recortes, principalmente dentro desse mercado. Mas na grande maioria das vezes ouvimos frases como: “- a marca não me chama para cocriar. A marca não deixa sem quem eu sou realmente”.


Bem! Isso acontece, claro. Eu na minha época de influenciador presenciei diversas vezes essa “dor de cabeça”. Mas agora vai meu primeiro questionamento: será que também não falta mais posicionamento do próprio influenciador? Será que o influenciador não está falando “sim” para tudo e para todos?


Minha questão nisso tudo é: você (criador de conteúdo/influenciador) encara isso que você faz como um negócio? Ou está aqui apenas pensando “até onde isso vai?”


Vou trazer esse pensamento maravilhoso da Ana Paula Passarelli, que ouvi no delicioso podcast BBBrunch (que eu ouço no Spotfy — https://lnkd.in/dCbXeDxX)


“Talvez seja medo de sair desse lugar extremamente confortável de fazer por amor e assumir que isso será um negócio e a partir do momento que eu viro a chave que isso é um negócio eu vou ter que fazer coisas invariavelmente gostosas ou não de fazer. Se elas vão me Custar dinheiro. Ou vão me dar dinheiro. Porque enquanto eu estiver fazendo isso por amor, se não der certo, tudo bem eu paro! Agora quando eu viro a chave para o negócio e chega na etapa de profissionalização a gente está falando de trabalho. DO SEU NEGÓCIO!”

E ai, você está encarando isso aqui como um negócio? Se não, está na hora de virar a chave e se posicionar como tal. Chega de dizer sim para tudo! Inclusive para a sua publi com preguiçazzzz


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